sábado, 22 de outubro de 2011

GRUPO CORAL FLORES DO MONFURADO
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domingo, 2 de outubro de 2011

FLORES DO MONFURADO

FRANCISCO CAVACO

ASSOCIAÇÃO UMANITÁRIA DE RESPEITO AOS IDOSOS DE ÉVORA NA APRESENTAÇÃO DAS (FLORES DO MONFURADO)

AS ESCOURALENSES

MEMÓRIAS DE UM GUARDA-REDES

Episódio 15 – AS DESPEDIDAS NA ESTAÇÃO DE CASA BRANCA

Antes de entrar na história de hoje, gostaria de narrar duas situações com que me deparei há bem pouco tempo nas ruas do Escoural, que embora em ocasiões diferentes, têm no fundo o mesmo significado.

Numa das vezes, não há muito tempo, ia eu beber o meu café da manhã, cruzei-me com um senhor já de alguma idade que eu conheço há já muito tempo, mas de quem francamente não sei o nome. Esse senhor ia acompanhado pela neta, uma pequerrucha de seis ou sete anos. Ao cruzarmo-nos desejámos um bom dia, e eu por hábito e costume cumprimentei a menina com um “Olá princesa”. Tínhamo-nos afastado cerca de dois ou três passos, ouvi a pequenita perguntar ao avô quem era aquele homem, ao que o avô respondeu: “- é o Vítor, o guarda-redes do Escoural –“.

Noutra ocasião, aconteceu uma situação idêntica, sendo desta vez uma avó com o seu neto. Cumprimentámo-nos quando nos cruzámos, tendo eu cumprimentado o pequenito com um - “Olá campeão, estás bom?”- e repetiu-se mais ou menos a mesma cena, do miúdo perguntar à avó quem era aquele homem, tendo a senhora respondido : “- então não sabes, é o Vítor, o jogador da bola, o nosso guarda-redes - “ .

Perante estas situações, e outras mais que se tornariam exaustivas aqui narrar, apraz-me verificar que aos olhos de muitos Escouralenses, ainda sou considerado como o “eterno guarda-redes” do Escoural, estatuto esse que me deixa muito grato, e imensamente honrado.

Mas vamos lá à memória de hoje, onde mais uma vez fica bem patente, o cuidado que os meus colegas e amigos Escouralenses tinham, de me fazer sentir bem e de me fazer sentir em casa, uma vez que para eles e na história de hoje em particular, já bastava o facto de vir de longe para fazer parte da equipa, quanto mais sentir-me “abandonado”. Mais lá para a frente já irão perceber o porquê.

Havendo futebol ao sábado, havia sempre a hipótese de ficar no Escoural, e só voltar para casa no dia seguinte, mas quando os jogos eram ao domingo essa hipótese de maneira alguma se colocava, pois o dinheiro não nascia nas árvores, e segunda-feira era dia de labuta. Assim sendo, jogo ao domingo era sinónimo de “devolução” para a Baixa da Banheira no mesmo dia, logo, tinha de apanhar o comboio fosse à hora que fosse.

Obviamente algumas das deslocações nos jogos fora, eram um pouco mais longínquas, o que é absolutamente normal no mundo do futebol, até mesmo nos campeonatos distritais. Quer isso dizer que nestes casos chegávamos naturalmente mais tarde, e se pelo caminho parássemos para aconchegar o estômago, claro que, ainda mais tarde chegávamos.

Mas isto tudo (perguntam vocês) a propósito de quê?

A propósito… das várias ou mesmo muitas vezes, que perdi o comboio das oito e vinte da noite.

A propósito… de depois só ter comboio às dez horas da noite, comboio esse que era utilizado por muito poucos passageiros, devido à sua hora tardia … e não só.

Se no verão ainda havia pessoas que utilizavam o comboio das dez por opção (até porque o bom tempo convidava a deitar tarde), no Inverno com a chuva e o frio, só era utilizado em último recurso, e só por quem tinha mesmo disso necessidade, e acreditem que era preciso também ter alguma coragem. Não só pelo tempo desagradável (chuva, vento e frio), mas também pelo facto, de não me estar a referir a um comboio com as normais comodidades para uma viagem mais ou menos longa. Estou-me pois a referir a uma automotora velha, com bancos em madeira e bastante desconfortáveis, e até por vezes com janelas semi-abertas, que devido a avaria de forma alguma se conseguiam fechar completamente, deixando entrar o frio e a chuva. Este comboio só tinha uma coisa boa, como parava em todas as estações e apeadeiros até ao Barreiro, não me obrigava a mudar para outro, no Pinhal Novo.

E perguntar-me-ão: - mas a que propósito vem a automotora das dez da noite? -.

É aqui que a história de hoje começa finalmente a fazer sentido, e situa-se a partir do momento em que passei a ser o único “resistente” que vinha da Baixa da Banheira, já não tendo portanto a companhia dos irmãos Rabino.

Se no comboio das oito e vinte da noite não me faltava companhia, quer no caminho para Casa Branca (à boleia ou camioneta da carreira), quer na estação, ou ainda no comboio até ao Barreiro (havia sempre um bom grupo de “emigrantes”), tal não acontecia na automotora das dez, onde cheguei a estar sozinho na estação à espera que chegasse a hora do comboio, e a rezar a todos os santinhos para que não se atrasasse.

Pois bem, as conversas são como as cerejas, e numa daquelas conversas de assuntos banais em que tudo vem à baila, comentei exactamente essa situação no Escoural com colegas de equipa e amigos, até em jeito de brincadeira, dizendo que ali ficava só e abandonado, mas que pelo menos a estação de Casa Branca ficava só para mim.

Mas como os Alentejanos não brincam em serviço, a partir desse dia, sempre que o Vítor perdia o comboio das oito e vinte, havia uma “legião” de colegas e amigos que, de carro ou motorizada, quer fossem residentes no Escoural, ou fossem de Montemor (colegas de equipa), lá acompanhavam o Vítor até Casa Branca para o comboio das dez da noite, e ninguém arredava pé sem que a automotora partisse.

Uma vez a automotora teve uma avaria (pudera, já tinha idade para museu), e só partiu cerca das onze e meia da noite, pois ali ficaram todos eles a fazer-me companhia, embora eu os tentasse convencer a irem para suas casas. Só por curiosidade, nesse dia cheguei a casa perto das duas da manhã … mais morto que vivo.

Mas há mais!... Nalgumas dessas despedidas aconteceu que, porque tínhamos feito um bom resultado, ou porque o lanche tinha sido melhorado, alguns dos meus colegas e amigos já estavam com um “grão na asa”, como tal, soltava-se-lhes a “saudade lusitana” quando a automotora partia, e era de tal forma o alarido e algazarra da despedida do “até p´rá semana”, que mais parecia a despedida de um emigrante de “até p´ró ano”. Quantas vezes, as poucas pessoas que estavam dentro da automotora, foram à janela para se inteirarem do que ali se passava, pensando talvez que toda aquela gente não batia bem da cabeça, e que aquele que tinha acabado de entrar na automotora, também não deveria ser melhor.

Pois é, foi mais uma história de amizade e respeito, e é tão gratificante recordá-la, e mais gratificante ainda é poder compartilhá-la convosco, porque possivelmente alguns dos que estão a ler este artigo, também lá estiveram nessas despedidas, retirando algum tempo que seria devido às suas famílias, dispensando-o àquele puto que vinha da Baixa da Banheira para dar uns “frangos” e levar umas “caneladas”, também ele retirado ao convívio dos seus, para com todo o prazer e orgulho vir defender as cores do nosso Escoural .

Despeço-me até à próxima história com AQUELE ABRAÇO.

VITOR RANGEL

vrangel@netcabo.pt

A Associação de Amigos Unidos pelo do Escoural Apresentou ao público a sua última criação, no dia 27 de Agosto de 2011.

O Grupo, composto de 18 elementos, com idades compreendidas entre os 5 e os 75 anos designadamente: netos, filhos e avós. Este Grupo de música Popular cantou e encantou o público que, teve a sorte de conseguir lugar na sala. Agradecemos a todas as pessoas que se deslocaram ao local do espectáculo para apoiar as nossas Crianças. Lamentamos e pedimos desculpa às pessoas que ficaram do lado de fora por falta de espaço. Agradecemos aos convidados que gentilmente aceitaram o nosso convite prestando o seu apoio e voluntariado. Também enalteceram este espectáculo com a sua presença. O Grupo Coral da Associação de Humanidade e Respeito aos idosos de Évora. O Grupo Coral as Escouralenses e o nosso Conterrâneo e Amigo Francisco Cavaco que veio de França para nos presentear com a sua linda voz. Iniciou a sua actuação cantando o fado e terminou com lindas melodias que contagiaram os presentes, levando-os a dançar pela noite dentro. Agradecemos aos patrocinadores do Grupo o Sr. Eng.Cabral, Sr. José Silva e ao Sr. Miguel Costa. A todas as pessoas que colaboraram com ofertas para o lanche dos Artistas. À Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e À Autarquia de S. do Escoural, pelo apoio que nos facultaram.

Francisco Galvão Associação de Humanidade e Respeito pelos idosos de Évora

As Escouralenses

Maria Emília

INTRODUÇÃO

Porque este poema pretende aliviar o EGO de determinadas depressões nervosas, ele divide-se em três partes dispersas pelo texto:

1º - Apresentação do assunto

2º - Recordações

3º - Raiva

4º -Novas recordações

5º - Pacificação

6º - Humor

Depois da apresentação do assunto e das primeiras recordações, alguns poemas salientam uma certa raiva alojada no íntimo do leitor, no intuito de expurgar do subconsciente tudo o que nos faz sofrer. Realizada esta tarefa, outros poemas tentam trazer à mente novas recordações que devem conduzir à pacificação interior. Atingido este objectivo, procuramos condensar no subconsciente uma determinada dose de adrenalina, através do bom humor. Aconselhamos ao leitor que siga todos estes passos, se pretende libertar-se das suas depressões, de modo a atingir um bom nível de saborosa e sorridente qualidade de vida.

(FIGURA)

POEMOTERAPIA

Pois é, meu bondoso e grande amigo,

Já sabes que estou sempre contigo

Pra, pronto, te fazer companhia

Com poemas de psicoterapia.

Até as andorinhas, voando

Com as asas, os ares cortando,

Escrevem lindos, belos poemas

Que me libertam de alguns dilemas

Poemas escrevem as estrelas

Quando, atento, medito, ao vê-las,

Em sua bondade generosa.

Toda a natureza dadivosa

Te enche, serena, o coração,

Se poemas leres, com paixão.

Vila Viçosa, 6 – VI-1996

MANUEL BOTELHO Continuação na próxima edição.

REFORMA

Envolto, por toda a vida,

Em vasto mar de cultura,

Vou gozá-la, sem usura,

Nesta última investida!

Se me não falha a memória,

Depois da Religião,

Com Psicologia, ou não,

Investi também na História

Investi na paz, no bem,

No amor, na caridade,

Também na serenidade!

Investi, como quem vem

Para a reforma, em verdade,

Com solidariedade!

Vila Viçosa, 22-II-1995

MANUEL BOTEKHO

Tenho amigos e saudades.

Querida amiga Cíntia aceito o teu convite, vou visitar-te. Vou no carro do meu pai saímos do Escoural de manhã cedo e penso chegar aí à hora de almoço. Que tal começarmos por brincar às escondidas? Depois à apanhada, ao ursinho dorminhoco, e à manteiga derretida?

Onde vives; tem algum parque infantil para brincarmos? Podemos ir lá sozinhas? Ah! Acabei de me lembrar que a minha irmã também vai! Se tiveres uma bola, vamos jogar futebol, é o seu brinquedo preferido. No dia seguinte podemos levantar cedo e ir passear perto do rio para apanhar ar fresco?

O ar fresco da manhã faz muito bem, é saudável, à tarde, não podemos apanhar calor. Aproveitamos para descansar e falar um pouco.

Ao final da tarde, quando já não tiver muito sol voltamos a brincar na rua.

Gostava de te ensinar uns jogos que aprendi na minha escola e algumas músicas.

Despeço-me com um grande beijinho, até sábado.

Tua amiga Sofia SANTOS

(9 anos)

DICAS SOBRE SAÚDE E ALGO MAIS…

HEPATITES

Pareceu-me importante abordar este tema quanto aos sintomas e prevenção, apesar da muita informação ao dispor sobre o assunto, nunca será demais deixar aqui umas dicas.

A hepatite é uma inflamação do fígado que pode ser por causas diversas… Sendo-a mais frequente a infecção pelo vírus do tipo A, B, C e outros.

As doenças contagiosas sempre foram um dos flagelos da humanidade, e hoje preocupação do serviço nacional de saúde no combate da doença e sobretudo aposta na prevenção. Quer através do programa de vacinação, como tambem na prevenção, por meios de informação disponíveis nos Centros de Saúde, Hospitalar e espaços públicos. Apesar do avanço da medicina quanto as vacinas, tratamento e controlo da propagação do contagio do vírus da hepatite ou outros vírus, sem o papel activo da população no interesse da informação e conhecimento dos sintomas, dos cuidados necessários a ter para evitar a propagação da doença (e essa informação não falta…) não será possível combater com eficácia o vírus da hepatite ou outro… Então vou começar por focar a hepatite A e no próximo número as outras hepatites.

A Hepatite A designa-se por uma inflamação do fígado provocada pelo virusVHA, propagando se mais nos países menos desenvolvidos como África e Ásia pela falta de saneamento básico condições de higiene, falta de rede de esgotos, água potável, e pelo resto do mundo tambem é frequente, embora em menor escala e pode afectar crianças e adultos (daí a importância da vacinação para os grupos de risco como o caso dos viajantes para fora da Europa, profissionais de saúde e da industria alimentar, toxicodependentes pessoa com doença hepática, crianças dos dois aos seis anos (neste caso já está implementado o rastreio e vacinação a nível nacional a começar pelo recem- nascido. Esta em duas doses com intervalo 60 dias.

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Quanto aos sintomas:

Podem ser variáveis de pessoa para pessoa, o mal-estar, cansaço, falta de apetite, náuseas, vómitos, pele amarelada ou olhos (icterícia) urina muito escuras, fezes muito claras. Mas nem sempre a pessoa apresenta sintomas (no sintoma do cansaço a pessoa muitas vezes atribui a stress) …assim sendo, só mais tarde através uma análise ao sangue por qualquer outra situação é que tem conhecimento que teve o contacto com o vírus tendo-se curado de forma simples eliminando o vírus do organismo. O tempo de melhoria dos sintomas 2 a 3 semanas. Recuperação total mais ou menos 2 mezes.Só em situações raras pode passar a crónica e exigir tratamento médico prolongado. Caso sinta alguns destes sintomas deve consultar o seu médico que mandará fazer uma análise ao sangue para detectar ou não o vírus.

Como se propaga:

O vírus é eliminado pelas fezes e estas podem contaminar as águas, contaminar os esgotos, poços, lagos, rios, ou piscinas com água não tratada (sem desinfectante) alimentos contaminados, contacto com fezes de doente infectado, mãos mal lavadas após a ida á casa de banho da pessoa infectada, contacto com lençóis, toalhas e louça mal lavadas, água não potável etc.

Quanto á prevenção:

Passa pelos cuidados com a água, que esta seja tratada ou em recurso fervida, quer para beber como para cozinhar, lavar bem os legumes, os frutos, mariscos. Em especial nos países em que as condições sanitárias são precárias. Evitar os banhos em locais públicos com água contaminada e vacinação se for o caso como acima referi. Mas é sobre tudo na lavagem das mãos com sabão após a ida á casa de banho (WC) e antes de comer que está a maior e importante prevenção e muito económico. Aos pais e educadores cabe a tarefa de incentivar as crianças no hábito da lavar as mãos com frequência. Deste modo estamos todos a contribuir para uma melhor saúde da comunidade evitando este ou qualquer tipo de vírus.

M.ELISA DANTAS. (ENF.)

Festa do Grupo Estrela Escouralense

A Direcção do Grupo Estrela Escouralense nos dias 9 e 10 de Setembro do corrente ano levou a efeito uma festa, que já vai na nona, mas desta fez teve a colaboração do Grupo Coral As Escouralenses, que estão inseridas na parte da cultura deste Clube. Do programa constou no dia 9/9 baile abrilhantado pelo Duo Paulo e Sónia. Dia 10/9 As Escouralenses realizaram o seu primeiro encontro de coros, com desfile, sendo também a primeira vez que este invento se realizou na nossa Vila. O desfile teve início no largo da igreja até à Sede do G. E. seguindo-se actuação dos mesmos em palco, que estava montado no recinto da Casa do Povo. O grupo anfitrião foi o primeiro a desfilar, para que á chegada de cada grupo os receber com uma canção original de boas vindas, causando aos grupos um certa emoção. Os grupos convidados foram as Brisas do Guadiana de Moura, Paz e Unidade de Alcáçovas, Instrumental Flores do Monfurado do Escoural. No fim das actuações em palco, foi oferecido um jantar, que teve a contribuição de muitos Escouralenses, Junta de Freguesia e Câmara Municipal, para eles o Grupo Coral AS Escouralenses agradece reconhecidamente com um muito mas muito obrigada. A festa continuou até às 4 horas da madrugada com baile abrilhantado pelo organista e vocalista Sérgio. Neste dois dias houve um esmerado serviço de bar, com sardinhas, carne de porco à tira e frangos assados, acompanhados com um bom vinho e cerveja conforme o gosto de cada um. A Direcção do G.E. agradece a todos que participaram nesta festa o nosso muito obrigado.

Olímpio Rosa

O NOSSO PLANETA

Está muito mal tratado

O nosso Planeta azul

Tudo está contaminado

Desde o Norte até ao Sul

O seu ar está poluído

Suas águas estão estragadas

Suas florestas queimadas

O gelo está a ser diluído

O futuro está comprometido

É cada vez mais complicado

Há grande falta de cuidado

Para com a nossa floresta

E o pouco que nos resta

Está muito mal tratado

Se não tivermos cuidado

E não tomarmos medidas

Acabam-se as nossas vidas

Tudo será exterminado

Com o clima adulterado

E as florestas em lume

Que passou a ser costume

Que é imperioso inverter

E desta forma defender

O nosso Planeta azul

O respeito pelo ambiente

Deve ser uma prioridade

Que toda a humanidade

Passe a ser mais consciente

Com uma atitude diferente

Não por lixo em qualquer lado

Um ambiente bem conservado

E continuamente protegido

Porque assim não tem sentido

Tudo está contaminado

Toda a pessoa inteligente

Deve ter a preocupação

Dando a sua participação

Para defender o ambiente

Não pode ser indiferente

Fechando-se no seu casulo

Para salvar o Planeta azul

Temos a sagrada obrigação

De todos darmos a mão

Desde o Norte até ao Sul

O Autor: José Pinheiro Simões

SANTIAGO DO ESCOURAL, BREVEMENTE COM TERMINAL DE JOGOS DA SANTA CASA.

NA (CAFETARIARIA (4 BICAS).NA RUA ANTÓNIO JOSÉ DE ALMEIDA Nº7.

Finalmente, os Escouralenses, irão ver o seu desejo realizado e poder apostar na sua sorte sem se deslocarem para fora da Freguesia.

Após candidatura aos Jogos Sociais do Estado, a mesma foi aprovada pela Portaria nº 313/2004 de 23 Março. Os jogos abrangidos pela presente autorização são:

-Apostas Mútuas (Totobola, Totoloto, Joker e Euromilhões);

-Lotaria Instantânea;

-Lotaria Nacional (Clássica e Popular);

Após esta vitória para a nossa Freguesia, resta-me solicitar aos Escouralenses, que para mantê-la teremos todos que colaborar e fazer aqui as nossas apostas, ou seja teremos que justificar à Santa casa que esta mediação é necessária na Freguesia.

(A Gerência da Pastelaria 4 Bicas.)

Maria Emília da Silva Risso Branco

A ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS U.PELO ESCOURAL CONCRETIZOU MAIS UM DOS SEUS EVENTOS AS FLORES DO MONFURADO

Associação de Amigos Unidos pelo Escoural

Com Cruzeiro no Douro

No passado dia 17 e 18 de Setembro, a Associação de Amigos, levou 50 Escouralenses a fazer o Cruzeiro no Rio Douro.

A Ideia da Direcção da mesma, definiu-se em dois objectivos: Levar as pessoas a fazer uma viagem de sonho, ajudando durante o ano de 2010, na realização de um mealheiro com 4.oo€ de economia, que a mesma recolheu e guardou até atingir a totalidade dos custos do passeio.

O segundo objectivo foi a angariação de fundos para a Associação.

As ofertas que a Agencia de viagens normalmente dá aos organizadores, reverteu a favor da Associação, todos os elementos da Associação envolvidos na organização pagaram os seus bilhetes e suas despesas pessoais.

Reverteu a favor da Associação, o valor de: 724.00€.

Agradecemos a todos os que colaboraram connosco, e partilharam a nossa companhia e a todos os profissionais que nos acompanharam ao longo de este passeio.

Maria Emília